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Bariloche
Recepção e traslado do Aeroporto de Bariloche ao Hotel. |
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Península Llao Llao & Cerro Campanário pela Avenida Bustillo
Café da manhã no hôtel.
Vamos ao Hotel Llao Llao, descobrindo um dos itinerários mais clássicos de San Carlos de Bariloche. Saímos do centro da cidade em direção oeste, pela Avenida Bustillo que serpenteia o Lago Nahuel Huapi em grande parte de seu traçado. Próximo ao kilômetro 8 está Playa Bonita, o lugar indicado para ver a Ilha Huemul. Seguindo pela avenida, na altura do kilômetro 17, paramos para conhecer o Cerro Campanário e subimos pelos teleféricos que nos levam ao cume, a 1.050 metros (opcional). Podemos provar uma excelente doceria e tomar chocolate quente (opcional).
No cume, podemos apreciar a melhor vista de toda a zona de Bariloche. Continuamos nossa viagem para chegar a Llao Llao, no km 25, deixando para atrás a Península de San Pedro. Na área do hotel, encontra-se a igreja San Eduardo e o porto Pañuelo, de onde partem todas as navegações que vão ao Bosque de Arrayanes e ao Porto Blest. Desse lugar podemos ver os Cerros López e Capilla. Avançamos até a área de golfe e a ponte que une o Lago Moreno com o Lago Nahuel Huapi, na Bahía López. Outro lugar privilegiado nos permite divisar a Península Llao Llao e os lagos que a acompanham. Atravessamos a ponte sobre o Lago Moreno e beiramos a Laguna El Trébol. Retornamos à cidade de Bariloche, onde finalizamos a viagem.
Nota: Esse programa pode ser feito de manhã cedo ou depois do meio-dia. A subida ao Cerro Campanario não está incluída, e deve ser contratada no destino.
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Visita à Isla Victoria e ao legendário Bosque de Arrayanes
Café da manhã no hôtel. Embarcamos em Puerto Pañuelo para ir à ilha. Navegamos durante quase meia hora, percorrendo uns 10km até arribar em Puerto Anchorena, na Isla Victoria. Faremos um trekking pela ilha, visitando o antigo viveiro de coníferas. Podemos subir ao Cerro Bella Vista, de quase 910 metros, em teleférico. Atravessamos um caminho reduzido, coberto de carvalhos e ciprestes autóctones. Depois, voltamos do cerro desfrutando de impressionantes mirantes naturais. Seguindo o itinerário, embarcamos novamente para navegar até Puerto Quetrihué, na península homônima, para descobrir o legendário Bosque de Arrayanes, em plena selva valdiviana, dentro do Parque Nacional Los Arrayanes.
Trata-se de uma reserva natural de quase 2.000 hectares em pleno bosque andino patagônico. O clima é frio e úmido, devido à forte influência dos lagos, e é acompanhado de ventos provenientes do oeste. Encontramos, além de murtas austrais, carvalhos, faias, ciprestes, nogueiras silvestres e Embothrium (uma espécie de flamboyant). É importante a presença de um arbusto não autóctone introduzido pelo homem: a rosa mosqueta. A murta é uma árvore realmente única, cuja corteza tem a particularidade de ser fria, lisa e cor canela. Suas flores são semelhantes às da flor de laranjeira, de cor branca e frutos violetas. Esse bosque intocável é um monumento natural.
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Cruce de Lagos - Cruzamento Andino Patagônico: De Bariloche a Puerto Montt
Café da manhã no hôtel.
Partimos em direção à fronteira com o Chile deixando, no caminho, a ponte sobre o Rio Limay, viajando à Villa La Angostura para ir até a passagem internacional Cardenal Samoré. Uma vez liberados da alfândega, na Paragem Pajaritos, setor chileno, seguimos até Puerto Montt. Atravessamos a cordilheira vendo a mudança de paisagem, desde a selva valdiviana às lombas e coxilhas do lado chileno. Dependendo da migração, chegamos à cidade principal do Distrito de Lagos em apenas 5 ou 6 horas.
Madrugamos para ir ao Cruce de Lagos, prévia parada para visitar as lindas Cascatas de Petrohué. São quedas d’água originadas na época glaciária, com suas águas cor turquesa que se impõem em uma paisagem espetacular. Deixamos essa obra natural para ir ao porto, embarcar no catamarã e cruzar o Lago de Todos los Santos, famoso por suas águas esmeralda verdosa, protegido pelos vulcões Osorno, Puntiagudo e Calbuco. Depois de 2 horas de navegação, chegamos à Peulla. Nos alojamos em plena selva valdiviana, com um clima subtropical e uma vegetação exuberante, que inunda os cordões montanhosos e espelhos d’água da zona.
Saímos de Peulla e ingressamos pelo Paso Pérez Rosales a Puerto Frías, chegando a 1.200 msnm; no caminho, podemos ver o Cerro Tronador. No porto, realizamos os trâmites para ir à Argentina. Subimos no barco que navega as águas geladas do Lago Frías em direção a Porto Alegre. Depois, fazemos o transbordo de catamarã para navegar novamente, mas dessa vez pelo imponente Lago Nahuel Huapi até desembarcar em Porto Pañuelo, perto de Llao Llao. Em terra, vamos à Bariloche.
Nota: Esse programa é feito entre os meses de setembro e abril. A partir de maio até fins de agosto, deve-se acrescentar uma noite a mais em Peulla.
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Cerro Tronador
Café da manhã no hôtel.
Começamos o dia viajando pela Pampa de Huenuleu chegando ao Lago Gutiérrez. Mais para frente, beiramos a margem leste do Lago Mascardi até que a trilha se abre em duas, dobramos à direita pelo caminho de terra, que nos leva ao Cerro Tronador. Cruzamos a ponte sobre o rio Manso e beiramos novamente o Lago Mascardi, porém dessa vez no lado oeste, e chegamos à Pampa Linda.
Atravessamos o Valle de los Vuriloches e depois de percorrer um bosque, encontramos o Ventisquero Negro; o trajeto finaliza aos pés do cerro. Fazendo trekking, podemos alcançar a língua do glaciar. O Ventisquero Negro é um glaciar preto que se origina no cume do Cerro Tronador. Aí é onde o Rio Manso tem suas nascentes, que descem do cerro e desembocam no Oceano Pacífico. O Cerro Tronador apresenta 3 alturas importantes: o pico Internacional é o mais alto, com 3.555 metros, o Chileno com 3.430 metros e o Argentino com 3.400 metros, todos foram alcançados por escaladores em época estival.
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Bariloche
Café da manhã no hôtel. Traslado ao Aeroporto de Bariloche. |
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