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MENDOZA, SAN JUAN, LA RIOJA, CATAMARCA & CORDOBA
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Uma viagem realmente maravilhosa que percorre o centro-oeste da Argentina, começando por Mendoza – onde fazemos o caminho do vinho, vamos ao Cañon del Atuel e depois a San Juan, ao Valle de la Luna, Valle de Calingasta e Pampa El Leoncito. O próximo lugar a ser visitado é La Rioja, com o Talampaya. Chegamos até Catamarca e Cuesta del Portezuelo e, como despedida, descobrimos Córdoba. |
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Mendoza
Recepção e traslado no aeroporto de Mendoza ao hotel.
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Café da manhã no Hotel. Dedicaremos meio dia para conhecer Mendoza, que é famosa por suas árvores legendárias, amplas calçadas e extrema ordem e limpeza. Ela foi fundada há mais de 400 anos pelos primeiros colonizadores e tem muita história e cultura. Conheceremos La Alameda, a zona Histórica onde Pedro del Castillo fundou essa cidade em 1561, lugar onde se concentravam os comércios e a vida cívica, até que desapareceu com o terremoto de 1861. Nesse lugar, hoje está o Museu de Área Fundacional; antigamente, estava o Cabildo. Há vestigios do que foi a Igreja de São Francisco. Vamos até a cidade nova, pos-terremoto. Percorremos suas avenidas principais, o micro-centro, a Praça Independência, o Bairro Cívico com a Casa do Governo, o Palácio de Justiça e o Parque General San Martín, percorrendo a Avenida Civit, ingressamos pelos Portones. No parque, apreciamos seus lindos bosques, o Rosedal perto do lago e os clubes da área. Vemos os Cavalinhos de Marly – réplica dos originais parisienses, a Fonte dos Continentes, entre outros. Depois, subimos até o Cerro de La Gloria onde está o monumento ao Exército Libertador e, bem próximo, o teatro grego Frank Romero Day.
Opcional - Pelo Camino de Caracoles até Villavicencio
Café da manhã no Hotel. Esse caminho está carregado de muita história, já que se trata do caminho empreendido pelo Gral. Don José de San Martín com seu Exército Libertador, na campanha para libertar os povoados de Chile e Peru. Uma lembrança que está na memória de todos é o Monumento de Canota. Subimos pelo Camino de Caracoles, que é bem inclinado, para chegar ao hotel de Villavicencio, famoso por estar nas etiquetas da melhor água mineral da Argentina, e apesar de não estar em atividade, mostra uma beleza dupla: natural, graças á paisagem – onde está o deserto, e outra, arquitetônica, porque é realmente muito bonito. Vamos até a capela, atravessando a densa vegetação.
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Café da manhã no Hotel. Nesse programa vamos pelas Rotas 40 e 7, que nos levam ao limite com o Chile, atravessando a Cordilheira dos Andes, beirando o leito do Rio Mendoza. Durante a travessia, passamos pelo Embalse de Potrerillos, contenedor das águas do Rio Mendoza e pelo Vale de Uspallata – que divide a pré-cordilheira da cordilheira. Fazemos um breve desvio para visitar a Ponte de Picheuta, um verdadeiro marco no caminho percorrido pelo General Don José San Martín com o Exército dos Andes, quando fez o Cruzamento dos Andes. Temos uma vista do maciço andino mais imponente da América, o Cerro Aconcágua, com seus 6.962 msnm e vemos a Ponte do Inca, que é uma ponte natural com uma história famosa, e com a presença de águas termais. Paramos na entrada do parque para realizar uma pequena caminhada e ver o lado sul do Aconcágu,a e desfrutar da vista da Laguna de Horcones. A viagem continua pela Rota 7 e nos leva ao centro de esquí Los Penitentes até o povoado de Las Cuevas, no limite fronteiriço e, se o tempo for favorável, subimos ao Monumento do Cristo Redentor. Opcionalmente, podemos almoçar (não está incluído) para depois regressar à cidade de Mendoza.
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Café da manhã no Hotel. Saímos de San Rafael em direção à Cuesta de los Terneros para ir ao Dique Valle Grande e ao Rio Atuel. Paramos no mirante São Francisco de Assis para ter uma vista formidável da cidade e do do canyon. Depois de vários kilômetros entramos em El Nihuil, que nos impacta pela profundidade de seu lago. Descansamos e aproveitamos para almoçar (não incluído). Vamos ao Cañón del Atuel, e nos sentiremos impactados pela beleza pura, típica do ecossistema andino, produto da ação erosiva do vento e da água, criando obras naturais esculturais, traduzidas em imponentes geoformas, um trabalho caprichoso da mãe natureza que realizou figuras como o Museu de Cera, o Lagarto, Os Monstros, Os Jardins Suspensos ou A Cidade Encantada, entre outros. O canyon está formado pelo rio Atuel, açude Valle Grande e El Nihuil. Fazemos uma breve caminhada pelo canyon para chegar ao povoado de Valle Grande. Quem desejar pode praticar ecoturismo, rafting, rappel ou fazer um passeio de barco (essas atividades devem ser contratadas no destino).
Opcional: Rafting em Mendoza
Café da manhã no Hotel. O Rio del Cañón del Atuel é sinônimo de rafting e é famoso em todo o país graças às correntezas que possui e à transparência da água que combina com a beleza do lugar. O rio é navegável durante todos os meses, exceto em junho; o nível de dificuldade é 2, em base à escala internacional de 0 a 6, e a profundidade média é de 1,20 metros. As correntezas dos rios Atuel e Diamante são excelentes para a prática desse esporte; também pode ser praticado no rio Grande.
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Café da manhã no Hotel. Conhecemos os principais lugares de interesse da cidade de San Juan, que estão no centro-norte do Valle del Tulum. Essa cidade foi praticamente destruída pelo terremoto de 1944, por isso é uma das cidades mais novas da Argentina. É a cidade natal de Domingo Faustino Sarmiento, presidente da Argentina e grande realizador na educação pública. As maiores atrações de San Juan são o Embalse de Ullum, a Quebrada de Zona e o Caminho do Vinho. Em nossa visita podemos conhecer a Casa Natal de Sarmiento, que é a única testemunha colonial conservada na cidade: possui 9 salas, três quartos de serviço e 2 pátios, que respeitam a distribuição das casas da época. Outro lugar para ser visitado é a Catedral, em honra a São João Batista: é uma das igrejas mais modernas já que a primeira foi feita em 1712 pela Companhia de Jesus e foi reconstruída em 1979 devido ao terremoto. Outros lugares de interesse são o Auditório Juan Victoria, que é um lugar cultural por excelência, o Museu Sanmartiniano, entre outros. Depois visitaremos o dique de Ullum e Cavas de Zonda, onde degustamos vinhos de primeira qualidade de San Juan.
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Café da manhã no Hotel. Podemos realizar diferentes atividades.
Visita a Calingasta & Barreal
Saímos de Pampa del Leoncito e vamos ao Observatório Astronômico e ao Cerro Alcázar. O caminho é montanhoso, vemos o cerro Villicúm, chegamos no povoado de Talacasto, prévio haver passado pela Quebrada de las Burras; depois, entramos em Calingasta para chegar a Barreal. De Barreal vamos à Pampa del Leoncito, onde é praticado windcar ou carro a vela, graças aos ventos que sopram a mais de 80 km por hora. O carro a vela é um carro pequeno com 2 rodas de carro na parte traseira e 1 roda de moto na frente e tem um mastro que, geralmente, é de aluminio – para que seja mais leve e possa se mover com mais impulso.
Pampa del Leoncito é também chamado Barreal Blanco. É uma estrutura geológica perto do povoado de Barreal, onde foi criada uma reserva natural. É uma planicie com solo árido e rachado, de 15 kilômetros de longitude e 5 kilômetros de largura; antigamente era o fundo de um lago, sem nenhum tipo de vegetação, e é parecido a uma teia de aranha. A vista é atípica e a cor branca é muito profunda. Podemos ver o cerro mais elevado de San Juan: Cerro Mercedario, com seus imponentes 6.772 metros. Depois de almoçar em Barreal, o centro de turismo mais importante do vale (é um povoado com ruas de terra e lindos álamos) visitamos o complexo astronômico El Leoncito. É um observatório que está aos pés da cordilheira, a 2.500 msnm, na Reserva Astronômica de San Juan, e ocupa quase 70.000 hectares - é um lugar excelente para a observação espacial. De volta a San Juan desfrutamos de uma vista espetacular do Cerro Alkázar.
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Café da manhã no Hotel. Vamos ao Valle Fértil, prévio passar pelo Santuário de la Difunta Correa, no povoado de Vallecito, San Juan. Há uma grande devoção popular por parte dos católicos, apesar dela não ser reconhecida pela Igreja Católica. Os seguidores crêem em seus milagres e a consideram uma santa popular, venerada como uma deusa. Chegamos ao Parque Provincial Ischigualasto para descobrir o Valle de la Luna e suas cinco estações.
Esse parque tem 62.000 hectares de extensão e está a 330 kilômetros da capital de San Juan. Possui um considerável patrimônio geológico e paleontológico e foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, em 2000. Ischigualasto pertence ao período Triásico há 300 milhões de anos e é uma representação fiel dessa época, onde os primeiros mamíferos e dinossauros se propagaram. Nessas terras foi encontrado um dos dinossauros mais antigos, Eoraptor Lunensis. Suas geoformas principais são: El Gusano, Valle Pintado, Cancha de Bochas, Submarino, El Hongo e Los Colorados. À tarde voltamos ao Valle Fértil, onde nos hsopedaremos.
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Café da manhã no Hotel. Acordamos cedo para sair da província de San Juan e ir à província de La Rioja, em direção à Villa Unión, para visitar o Parque Nacional Talampaya. Villa Unión conta com 6.000 habitantes e está em um vale entre a pré-cordilheira e o formidável cordão montanhoso de Famatina, a 60 kilômetros do parque. Talampaya é uma reserva natural que contém jazidas de valor arqueológico-paleontológico devido à grande quantidade de fósseis encontrados, como por exemplo do Lagosuchus Talampayensis, dinossauro da era mesozóica. Resumindo, esse parque é produto dos intensos movimentos tectônicos e da erosão eólica produzida durante milhões de anos. Abarca 215.000 hectáres, é famoso por suas escarpas de rocha avermelhada e as diferentes figuras esculturais ocasionadas pela erosão do vento, lugar onde habitam condores. Suas rochas datam do período Triásico, na Era Mesozóica, e registram as pegadas dos primeiros dinossauros. Retornamos a San Juan, cruzando a majestosa Cuesta de Huaco.
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Capital
Café da manhã no Hotel. Nos despedimos de Villa Unión e vamos a La Rioja pela Cuesta de Miranda, que está nas Serras de Famatina e Serras de Sañogasta. A colina é um dos poucos caminhos em bom estado e une o Valle de Chilecito a Cuyo – esse é o caminho obrigatório. A Cuesta de Miranda tem uma paisagem marcada por diferentes tons avermelhados, é uma trilha que desenha sua silhueta entre a serra e o canyon do rio homônimo, terminando o percurso de cornija com incríveis curvas e barrancos. Antes, entramos em Chilecito - segunda cidade mais importante de La Rioja e que se encontra no Valle Antinaco – Los Colorados e está escondido entre as Serras Velasco e Famatina. É uma zona dedicada à indústria vitivinícola e à plantação de nogueiras e árvores frutíferas. À tarde, chegamos à capital.
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Café da manhã no Hotel. Descobrimos os principais atrativos da cidade de La Rioja e, também, chegamos ao Dique Los Sauces. Essa cidade capital com alma de povoado, apresenta sua Plaza 25 de Mayo, que é o centro da urbe, a Casa do Governo de estilo grego-romano que foi adaptada – tem um saguão de entrada e pátios com galerias. O Clube Social está em frente da praça, onde são realizadas exposições, e a Basílica de San Nicolás de Bari com estilo bizantino. Também é interessante conhecer a Casa do ex-governador Joaquín Víctor González, de estilo colonial e imagem de castelo medieval, construída a meados do século XIX. Por outra lado, encontramos o Templo de Santo Domingo, edificado com pedras pelos indígenas em 1623; sobressai a porta de madeira de algarobo entalhado e, finalmente, vemos o Museu de Arte Sacro.
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Café da manhã no Hotel. De manhã, conhecemos a cidade de Catamarca, desde a Basílica, o Paseo de la Fe, a Plaza 25 de Mayo, o Convento de San Francisco e o Mercado Artesanal. À tarde, vamos à Cuesta del Portezuelo, chegando ao Dique Las Piquitas. Cuesta del Portezuelo é um longo e lindo caminho sinuoso, em zig-zag, e atinge quase 1.700 msnm, de onde temos vistas panorâmicas espetaculares do Valle de Catamarca atravessado pelo Rio Paclín e da Sierra de Ambato. Essa ladeira foi imortalizada no samba Paisaje de Catamarca, interpretado pelo famoso grupo argentino de folclore Los Chalchaleros. Durante a viagem, conhecemos diversos povoados que estão à beira do caminho.
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Café da manhã no Hotel. Transferência para o terminal de ônibus em San Fernando del Valle de Catamarca, a viajar à cidade de Córdoba. Tarde de lazer.
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Café da manhã no Hotel. Começamos percorrendo a cidade de Córdoba e durante a excursão, vemos a influência arquitetônica dos anos coloniais que contrastam com os desenhos modernos. Os lugares de interesse são: a Plaza San Martín, que é a antiga Plaza Mayor, caminhamos até o centro histórico e cultural da cidade, que hoje é o microcentro e onde se destaca a Catedral, o Cabildo, o Convento Santa Catalina, a Cripta del Noviciado, o Oratorio del Obispo Mercadillo, a Igreja da Companhia de Jesus (fundada por San Ignacio de Loyola, está na Manzana Jesuítica, em pleno centro) e o Colégio Nacional Monserrat – é o segundo mais antigo da Argentina depois do Colégio da Imaculada Conceição, em Santa Fé, que data de 1687 e onde funcionou a primeira imprenta do país. A viagem continua até a Igreja do Sagrado Coração dos Padres Capuchinos, que se destaca por sua arquitetura neogótica desenhada pelo italiano Augusto Ferrari; vamos ao bairro Nueva Córdoba, ao Parque Sarmiento e à Cidade Universitária, até chegar ao centro da urbe. Finalmente, passamos pelo estádio Chateau Carreras e outras atrações. Regressamos ao hotel após terminarmos o circuito.
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Café da manhã no Hotel. Vamos ao Valle de Calamuchita, em direção à cidade de Alta Gracia, que fica a 35 kilômetros da capital provincial. Alta Gracia está no Valle de Paravachasca, é um lugar turístico por excelência onde, antigamente, havia uma estância jesuítica. Ao chegar, visitamos o Museu Estância Jesuítica e a Casa do Virrey Liniers, de 1588, o característico Tajamar – também construído pelos jesuítas em 1643 como reserva aquífera para a irrigação dos cultivos, onde, no final, há uma laguna. O itinerário da viagem continua atravessando diferentes povoados serranos, que estão por todo o vale, como Anisacate, Villa La Bolsa, La Serranita, Villa Ciudad de América; seguindo pela atraente trilha montanhosa, chegamos ao Dique Los Molinos. Continuamos até Villa General Belgrano, localizada no Valle de Calamuchita. Caracteriza-se por sua arquitetura bávara, produto da imigração alemã (na maioria) além de suiços, italianos e austríacos. O ambiente natural é realmente lindo: vemos bosques de coníferas e carvalhos acompanhados de rios que definem a paisagem serrana. À tarde regressamos à cidade de Córdoba.
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Café da manhã no Hotel. Começamos nossa viagem bem cedo, pelos caminhos cordobeses, conhecendo a cidade de Jesús María, seguindo o mesmo traçado do antigo Caminho Real ao Alto Perú. Visitamos o Museu Jesuítico de Jesús María, uma estância jesuíta do século XVII, o Anfiteatro de Doma e Folclore, Colonia Caroya, que é um povoado de imigrantes italianos, famoso pela elaboração de enlatados e doces. Também entramos à Casa Caroya, lugar onde funcionou a primeira fábrica de armas brancas, que data de princípios do século XIX. Na Casa Caroya se hospedaram o General Belgrano e o General Don José de San Martín, Pais da Pátria. Depois, vamos à Igreja e à estância Santa Catalina e, mais tarde, iremos à localidade de Asconchinga. Seguindo na direção sul conheceremos El Manzano, Salsipuedes e Rio Ceballos. Finalmente regressamos à cidade de Córdoba.
Por volta do ano 2000, a Unesco recomendou designar como Patrimônio da Humanidade ao chamado Camino de las Estancia y la Manzana Jesuítica de Cordoba.
Os monumentos que se encontram nesse trecho definem as origens, avances e consolidação da obra da Companhia de Jesus em toda América do Sul. Esse sistema de monumentos é composto por: La Manzana Jesuítica de Córdoba em conjunto com a Igreja da Companhia de Jesus, o Reitorado da Universidade Nacional e o Colégio Monserrat. Mas no Camino de las Estancias encontramos outras obras que formam parte desse sistema como a Estância Santa Catalina, La Capilla de Candonga, La Casa del Virrey Liniers (ex estância de Alta Gracia) e a estância de La Candelaria. Todas essas obras arquitetônicas são o fiel depoimento do sistema sócio-econômico, cultural e religioso de Córdoba, em quase mais de 200 anos. Sistemas contextuais como esse só podemos ver nas Missões Jesuítas da província de Misiones. Esse sistema territorial conserva sua integridade até o dia de hoje e foi fundamental na estrutura e manutenção da organizaçãao cultural da Espanha na América do Sul.
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Córdoba
Café da manhã no Hotel. Transfer para o Aeroporto Internacional de Córdoba. Fim do programa. |
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