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PATAGÔNIA NORTE AO SUL EM 30 DIAS
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Um percurso de Norte a Sul e de Sul a Norte por toda a Patagônia, começando pela Cordilheira dos Andes, em San Martín de los Andes; Bariloche e Esquel completam o périplo norte; depois entramos na Ruta 40. Continuamos por Chaltén, Calafate e Ushuaia para pegar a direção contrária, voltar pela Ruta Azul, pela Costa Atlântica: Faro Cabo Vírgenes, Deseado, Jaramillo, Madryn... |
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San Martin de los Andes
Recepção e traslado do Aeroporto de Chapelco, em San Martin de los Andes ao Hotel. |
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Quila Quina
Café da manhã no hôtel. Da linda cidade de San Martín de los Andes, vamos ao Parque Nacional Lanín para visitar um dos lugares mais bonitos dessa região: Quila Quina. Encontra-se às margens do Lago Lácar e o caminho é tipicamente montanhoso, com vistas fantásticas. Na visita a essa vila residencial, chegamos até a maior praia da zona, próxima ao cais. No verão, durante os dias de calor, as pessoas nadam no lago. Em direção Leste há uma trilha de interpretação: El Cipresal, um reservatório legendário de ciprestes. Podemos regressar navegando pelo Lago Lácar e desfrutando da paisagem (opcional).
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Lagos Huechulafquen e Epulafquen & Vulcão Lanin
Café da manhã no hôtel. Vamos a Junín de los Andes, um povoado a 40 km de San Martín de los Andes. Em Junín, conheceremos a igreja onde está a Virgen de las Nieves. Continuamos nossa viagem aos Lagos Huechulafquen e Paimún, para apreciar uma vista panorâmica em primeira fila do Vulcão Lanín. Chegamos até a boca do Rio Chimehuín – esse rio é o mais importante para a pesca com mosca de toda a Patagônia. Passamos por uma área de transição, onde podemos apreciar Embothrium (uma espécie de flamboyant), espinheira santa e diferentes figuras geológicas como a Pedra da Virgem.
Entramos no bosque andino-patagônico beirando o lago, onde observamos uma selva sub-antártica coberta de carvalhos de mais de 25 metros e carvalhos brancos antigos. O cerrado é formado por canas-de-açúcar, faias, arbustos introduzidos pelo homem, como a rosa mosqueta, além de mutisias, narcisos e reina mora (Spindalis portoricensis). Continuamos nosso trajeto até o Vulcão Lanín, de mais de 3.500 metros, para aproximar-nos à base sul. Depois, vamos ao Lago Paimún, onde visitaremos a capela. No regresso, podemos parar no Rio Rucu Leufú para ter outra vista do Lanín. Nosso último destino é a Cascada del Saltillo, onde chegaremos após uma caminhada de quase meia hora atravessando o bosque andino patagônico.
Regressando a Puerto Canoa podemos, opcionalmente, navegar pelo extenso lago.
Já embarcados na margem norte do Huechulafquen, vamos ao sul, para ver a cara sul do Vulcão Lanín, de quase 3.800 metros de altura. Os lagos, com suas águas geladas que podem chegar a superar 400 metros de profundidade, são de origem glaciário. No lago, destaca-se a Isla de los Chivos. A Oeste, vamos à confluência dos lagos Huechulafquen e Epulafquen. Nesse último, que é pouco profundo, podemos observar bosques legendários e montanhas com neve, onde há uma fauna abundante graças à ausência do Homem. O barco chega até o Escorial, um rio de lava em estado sólido – o vulcão Achén Ñiyeu teve uma erupção a mais de 480 anos. Com o tempo, a frondosa vegetação cobriu o solo, gerando o bosque anão ou de bonsai, que não supera 1 metro de altura.
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Hua Hum, Yuco & as Termas de Queñi
Café da manhã no hôtel. Vamos à Hua Hum, próximo à fronteira com o Chile. Para chegar às termas, temos que atravessar a densa selva valdiviana. O caminho é de terra e apresenta subidas consideráveis, com vaus de pequenos rios. Descansamos à beira do Lago Queñi e comemos um box lunch. Depois do meio-dia começamos o trekking até as termas, com uma duração de aproximadamente 1 hora. O caminho está marcado e apresenta diferentes desníveis: em algumas partes subimos, em outrous trechos há descidas, sempre em plena selva, caminhamos sobre um denso cerro (bosque que chega a 3 metros), dominado por canaviais, grandes samambaias, enredadeiras e árvores com uma altura importante, que superam 20 metros. Acompanhando a paisagem selvática, temos flores de Mutisia, Narciso, Mitraria. Nas termas, vemos poços naturais no meio da selva, protegidos por árvores enormes. A água termal tem aproximadamente 36º. Tomar banho no meio da selva, em um ambiente totalmente virgem, é uma experiência única!
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Caminho dos Sete Lagos & Villa Langostura- Bariloche
Café da manhã no Hotel.
O famoso caminho dos Sete Lagos nasce na cidade de San Martín de los Andes e termina na cidade de Bariloche. Beiramos o Lago Lácar durante quase 4 kilômetros até chegar à Paihuén. A paisagem é formada por bosques legendários compostos de ciprestes e carvalhos. Paramos no mirante Pil-Pil, onde temos uma vista imponente do Lago Lácar. Durante a viagem somos acompanhados pelas montanhas do Cerro Chapelco, com quase 2.200 metros, e pelos lagos cristalinos e de água doce. À medida que avançamos, chegamos à bifurcação do Arroyo Partido, que divide suas águas no Oceano Pacífico e no Oceano Atlântico.
O segundo lago que podemos ver é o Machónico, depois o Lago Hermoso, onde saímos do Parque Nacional Lanín para continuar pelo Parque Nacional Nahuel Huapi. Passamos pela Cascada Vulligñanco, com sua importante queda d’água que supera 20 m. Em honra aos lagos, continuamos nosso deleite com o quarto e quinto lagos: a leste, o Lago Villarino e a oeste o Lago Falkner. Saímos do asfalto e, já em caminho de rípio, mais agreste e natural, ingressamos em uma zona de bosques de Carvalhos. À direita vemos o Lago Escondido, com sua fantástica cor verde-esmeralda. Cruzamos o Lago Pichi Traful e depois beiramos o Lago Correntoso. Passamos pelo Lago Espejo Chico e Ruca Malen. Depois, pelo Lago Espejo Grande até chegar ao desvio ao Chile, pelo Paso Antonio Samoré e vamos à esquerda, para entrar na Villa La Angostura. Destacam-se seus cais sobre o Lago Nahuel Huapi, seu pequeno centro comercial e Bahía Manzano. Continuamos até Bariloche.
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Península Llao Llao & Cerro Campanário pela Avenida Bustillo
Café da manhã no hôtel.
Vamos ao Hotel Llao Llao, descobrindo um dos itinerários mais clássicos de San Carlos de Bariloche. Saímos do centro da cidade em direção oeste, pela Avenida Bustillo que serpenteia o Lago Nahuel Huapi em grande parte de seu traçado. Próximo ao kilômetro 8 está Playa Bonita, o lugar indicado para ver a Ilha Huemul. Seguindo pela avenida, na altura do kilômetro 17, paramos para conhecer o Cerro Campanário e subimos pelos teleféricos que nos levam ao cume, a 1.050 metros (opcional). Podemos provar uma excelente doceria e tomar chocolate quente (opcional).
No cume, podemos apreciar a melhor vista de toda a zona de Bariloche. Continuamos nossa viagem para chegar a Llao Llao, no km 25, deixando para atrás a Península de San Pedro. Na área do hotel, encontra-se a igreja San Eduardo e o porto Pañuelo, de onde partem todas as navegações que vão ao Bosque de Arrayanes e ao Porto Blest. Desse lugar podemos ver os Cerros López e Capilla. Avançamos até a área de golfe e a ponte que une o Lago Moreno com o Lago Nahuel Huapi, na Bahía López. Outro lugar privilegiado nos permite divisar a Península Llao Llao e os lagos que a acompanham. Atravessamos a ponte sobre o Lago Moreno e beiramos a Laguna El Trébol. Retornamos à cidade de Bariloche, onde finalizamos a viagem.
Nota: Esse programa pode ser feito de manhã cedo ou depois do meio-dia. A subida ao Cerro Campanario não está incluída, e deve ser contratada no destino. |
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San Carlos de Bariloche
Café da manhã no hôtel. Dia livre para descansar ou para realizar atividades opcionais.
Opcional - Valle Encantado, Villa Traful & Villa La Angostura
Saímos de San Carlos de Bariloche cruzando os rios Ñirihuau e Limay, para ir até Rincón Chico. Na viagem beiramos o rio Limay até chegar a Rincón Grande onde vemos o Anfiteatro: sua silhueta é parecida aos circos romanos. Mais tarde, chegamos ao Vale Encantado com suas rochas que formam diferentes figuras tais como o Dedo de Deus, os Siameses, o Centinela. Nosso próximo destino é Confluencia, encontro dos rios Traful e Limay. Prévio a passar pela ponte do Rio Traful tomamos um caminho de terra que serpenteia entre vales e bosques de carvalhos, beirando o Lago Traful até chegar à Villa Traful.
Depois de desfrutar dessa bonita paragem patagônica, continuamos o itinerário a Puerto Arrayán e a El Portezuelo, ponto de intersecção com o caminho dos Sete Lagos. Depois de passar por Quintupuray e avançar pela costa do lago Correntoso ingressamos em Ruca Malen. Regressando a Bariloche, o percurso nos leva ao Lago Espejo até finalmente, chegar à Villa La Angostura. Conhecemos Puerto Manzano, passando pela Península Huemul. Depois, vamos de Villa La Angostura a Bariloche. |
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El Bolsón & Lago Puelo - Esquel
Café da manhã no hôtel. Saímos de Bariloche para ir a El Bolsón, levando em consideração que ele se encontra no sudoeste do Rio Negro e forma parte da Comarca Andina del Paralelo 42, no noroeste de Chubut. É uma zona ecológica por excelência, caracterizada por seu microclima ideal para o cultivo de frutas finas como por exemplo frambuesas, cerejas, amoras e morangos, além do lúpulo. Vamos ao sul; no caminho, podemos ver os Lagos Gutiérrez, Mascardi e Guillermo até chegar à La Veranada e Pampa del Toro.
À esquerda, podemos ver as montanhas Ñirihuau e Áspero. Passamos pelo Cañadón de la Mosca e chegamos ao pequeño povoado de Villegas. Após cruzar o rio Fuyel e atravessar a ponte sobre o rio Quemquemtreu, chegamos a El Bolsón, com seus limítes naturais: o Lago Puelo, o Cerro Piltriquitrón, uma pedra formidável que está perto do Bosque Tallado e o Valle del Rio Azul. Na cidade, conhecemos a Feira Artesanal Regional – caso esteja aberta – onde destacam-se criações em cerâmica, madeira e couro, reunindo todos os produtores e artesãos da zona; essa feira é considerada uma das maiores da América do Sul. Podemos visitar uma chácara dedicada à fabricação de doces caseiros e ir ao Parque Nacional Lago Puelo, coberto de bosques legendários de murtas e outras espécies, com cipós, enredadeiras, samambaias e o canto dos pássaros. Podemos caminhar pela trilha interpretativa Bosque de Las Sombras.
O Lago Puelo é caracterizado por suas águas turquesa, onde se reflete o verde de seus bosques e o branco da neve eterna dos cerros limítrofes. Em El Bolsón, prove a cerveja artesanal de alta qualidade que é produzida nessa região, com diferentes gostos, desde a tradicional cerveja loira, passando pela preta, frutal ou com gosto de mel e lúpulo. Outras delícias são o queijo de ovelha ou de vaca.
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Expresso Patagônico La Trochita
Café da manhã no hôtel. Fazemos uma viagem fantástica de 25 km no antigo Expresso Patagônico La Trochita, que foi nomeado Patrimônio Histórico Nacional. É um velho trem a vapor, sua bitola estreita tem menos de 1 metro, atravessa a estepe patagônica com seus vagões cuja calefação são fornos de ferro alimentados à lenha, e foram armados em 1922 com as máquinas Baldwin e Henschel. A primeira viagem foi realizada em 1945, até Esquel. O trem oferece um refeitório com tortas deliciosas, café e chocolate. O percurso é iniciado na estação Esquel, passando pelo arroio homônimo, depois gira para ir em forma paralela ao cordão montanhoso e ao povoado de Tecka.
Atravessa a estepe e vemos, nas zonas úmidas, aves aquáticas como patos, gansos andinos e flamingos. O passeio termina na estação Nahuel Pan (nome da montanha mais alta da zona), onde atualmente existe uma área de artesãos. Enquanto aproveitamos para visitar o pequeno centro artesanal, a máquina a vapor faz as monobras para se preparar para o regresso. Na volta, o trem atravessa o vale. O percurso dura aproximadamente 3 horas e não é cancelado por mal tempo, salvo que o excesso de neve gere obstruções. Atualmente existem 2 trechos: o trecho turístico, que une Esquel com Nahuel Pan e o trecho de passageiros, que vai até El Maitén.
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Parque Nacional Los Alerces
Café da manhã no hôtel. Entramos no portão principal do Parque Nacional, em uma viagem que nos permite distinguir os diferentes ecossistemas da região, com uma vegetação espessa graças ao aporte das precipitações. As lagunas, como o Rio Percy, que vemos no caminho, são produto do movimento dos glaciares que encontramos nas montanhas. Em Villa Futalaufquen descansamos e conhecemos o Centro Interpretatvo, para entender a flora e fauna autóctones. Depois, vamos a Porto Limonao, que é banhado pelas águas do Lago Futalaufquen, próximo a 4 kilômetros.
Desse porto, podemos tomar um barco para navegar pelas águas dos Lagos Futalaufquen, Verde e Menéndez e chegar à zona norte do parque, mais precisamente ingressar na área selvagem para descobrir o Larício Milenário. Esse passeio em catamarã não está incluído, por favor, consulte antes de viajar, pois é oferecido exclusivamente em meses de temporada alta. Caso não realizemos a navegação, regressamos a Esquel.
Opcional em Temporada Alta:
Navegação pelo Lago Futalaufquen, Verde Menéndez & Bosque de Alerces Milenarios
Em temporada estival podemos, opcionalmente, navegar pelo Lago Futalaufquen saindo do Porto Limonao até Porto Mermoud. Dali, realizamos um trekking breve para chegar ao Porto Chucao, a beira do Lago Menéndez, de onde começamos a segunta etapa naval com destino ao Alerzal Milenario (Bosque de Larícios Milenários). Outro caminho nos leva ao lago e ao rio Cisne, com suas corredeiras, até descobrir o larício mais antigo do parque.
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Caminho da Colônia Galesa
Trevelin: Cascatas Nant & Fall, Molino Harinero Nant Fach e Piscicultura
Café da manhã no hôtel. Saímos de Esquel e visitamos a Reserva Natural Provincial Nant e Fall, onde há três cascatas que formam o arroio homônimo, que em galês significa Arroio dos Saltos, dentro de um frondoso bosque de ciprestes. São o desague natural do Lago Rosario e em seu percurso até o Rio Corintos, que é afluente do Futaleufú, geram grandes quedas d’água. O Molino Harinero Nant Fach é uma réplica dos velhos moinhos que foram construidos pelos colonizadores galeses no Valle Hermoso, em Colonia 16 de Outubro, no final do século XIX, onde era processado o trigo colhido das granjas da Colonia.
A partir de 1890 foi criada uma pujante indústria de trigo em Chubut e, devido à sua qualidade, os galeses foram merecedores de importantes prêmios a nível internacional. Erros políticos, próprios da Argentina, fizeram com que, a partir de 1949, fosse declarada região não apta para o cultivo de trigo o limite do Rio Colorado até o sul, eliminando os subsídios que eram outorgados nessa época, favorecendo o norte do país. Desde então, dedicaram-se à atividade pecuária. O moinho, que hoje é um museu, pertence à familia galesa Evans – em 1890, Dom Thomas Dalar Evans povou todo o vale. No museu, podemos ver instrumentos de música da época, bem como, máquinas de costura, ferros de passar roupa até roupas e carruagens utilizados para a colheita do trigo. Está em Trevelin, cuja tradução significa Povoado do Moinho, onde está o Cwm Hyfryd ou Valle Hermoso rodeados por cerros e de um ecossistema que não foi modificado.
Para terminar o circuito, falta ir à Estação de Salmonicultura de Arroyo Baguilt, bem perto de Trevelin, a apenas 20 km: dedicam-se à criação de alevinos, com tanques que albergam aproximadamente 200.000 trutas arco-íris marrom que, posteriormente, são colocados nos lagos e rios de Chubut, com o objetivo fundamental de que a pesca com devolução seja um recurso com sustentabilidade.
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Esquel - Los Antiguos
Café da manhã no hôtel. Saímos em ônibus regular de Esquel à Los Antiguos, na Província de Chubut. Recepção na rodoviária e translado ao Hotel. |
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Paso Roballos, Monte Zeballos, Los Antiguos e Lago Buenos Aires
Café da manhã na Hostería. Saímos de manhã pelo caminho de montanha, pegando o caminho 41 em direção a Paso Roballos e Monte Zeballos, percorrendo ao redor de 180km de caminho montanhoso, entre a Cordilheira dos Andes e o patamar do Lago Buenos Aires. Podemos ver o segundo maior lago da América do Sul (depois do Lago Titicaca): o Lago Buenos Aires, que deságua no Oceano Pacífico através do Rio Baker. O lago é ideal para a pesca de trutas e salmões. Depois do meio-dia vamos à Los Antiguos. Há um lindo vale, com um micro-clima especial, à beira do Rio Los Antiguos e perto do Lago Buenos Aires. Todos os anos, durante o mês de janeiro, é celebrada a Festa Nacional da Cereja. Vemos empreendimentos agropecuários dedicados ao cultivo e produção de frutas finas como por exemplo, frambuesas, morangos, ginjeiras, cerejas, etc. Chegamos aos mirantes do Rio Los Antiguos e Jeinimeni – limíte internacional argentino-chileno – e o Lago Buenos Aires. |
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Cueva de Las Manos por Bajo Caracoles
Café da manhã no hôtel. Vamos ao encontro da Cova das Mãoes. Trata-se de um dos lugares arqueológicos mais importantes da Patagônia, assim como a Estância La Maria, em Santa Cruz. Suas pinturas rupestres são muito significativas e datam de aproximadamente 7500 a.c. A cova tem vários beirais onde estão inscritas as pinturas que refletem os costumes dos povoados nômades que se dedicavam, principalmente, à caça. A mais conhecida é a silhueta das mãos em negativo, superpostas; foram utilizados velhos métodos aerográficos. Outras figuras são representativas de animais como o nandu-de-Darwin e o guanaco. É comum ver cenas correspondentes à caça desses animais.
A figura humana aparece, mas em uma proporção menor, com traços mais lineais e geométricos, como por exemplo os desenhos de espirais. Eram utilizados frutos, plantas e sangue de animais para o traçado. Evidencia-se diferentes épocas de evolução das figuras, passando de linhas até finalzar em objetos com geometria. Saímos bem cedo de Perito Moreno para fazer 120 km pela Patagônia Agreste, sendo a maior parte pela Ruta 40. Começamos a visita à Cova, caminhando uns 600 metros até nos aproximarmos das Pinturas Rupestres, com uma antiguidade de mais de 8000 anos. Depois, fazemos um trekking pelo Cañadón del Río Pinturas. Regressamos por Bajo Caracoles para retomar a Ruta 40 à Chaltén. |
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Trekking a Pliegue Tumbado
Café da manhã no hôtel. Dia livre.
Opcional: Trekking a Pliegue Tumbado
Essa caminhada é um excelente complemento para conhecer essa parte do Parque Nacional Los Glaciares. Ir até Pliegue Tumbado nos dá uma verdadeira dimensão de toda a zona, podendo ver muito bem o Cânon do Rio Fitz Roy, o Glaciar e o Cerro Torre, as lagunas Madre e Hija, o Cerro Fitz Roy e inclusive vemos a Laguna Cóndor. Olhando em outra direção, vemos o Lago Viedma e o Vale do Rio Tunel, com o Paso del Viento, porta de ingresso aos Gelos Continentais Patagônicos. Esse caminho começa no povoado de Chaltén, no Centro de Informações de Parques Nacionais.
Na primeira etapa percorremos uma área de estepe e à medida que subimos, atravessamos um legendário bosque de nothofagus composto, principalmente, de carvalhos brancos e faias. A Loma del Pliegue Tumbado se encontra a uma altitude de 1.500 msnm. É um trekking de dificuldade intermediária, especialmente no trecho final, onde o desnível aumenta, que é de 1.150 metros. Essa caminhada é realizada em aproximadamente 6 horas.
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Navegação pelo Lago Viedma
Minitrekking pelas covas do Glaciar Viedma - Opcional
Café da manhã no hôtel. Vamos ao Porto de Baía Túnel em direção norte, a Chaltén, no Parque Nacional Los Glaciares, para navegar pelo Lago Viedma e depois desembarcar no Glaciar Viedma e caminhar por seus interiores. O Lago Viedma, com uma longitude próxima a 78km é o mais comprido dos lagos originados devido à abrasão glacial e é o segundo maior do parque (O Glaciar Upsala é o maior de todos). Alimenta-se de um monte de neve homônimo, que se encontra no oeste. O Glaciar Viedma está em direção oeste e tem 5.000 metros de largura, 50 metros de altura e uma área de quase 1.000 km2 desdobrando-se desde os gelos continentais patagônicos, entre os cerros Huemul e Campana, alimentando-se dos gelos até desembocar no lago.
Uma vez que desembarquemos, vamos ao sul acompanhados das vistas dos maciços Fitz Roy e Huemul, e de impressionantes blocos de gelo. Chegamos no Glaciar Viedma à meia-manhã, descendemos em uma área rochosa para ver as cavernas de gelo e outras formas de origem glaciar bem particulares. Recebemos informação sobre os glaciares e depois, continuamos com o trekking até a área de ablação, em frente do glaciar. Com a ajuda de pinos, subimos e iniciamos uma caminhada sobre suas estruturas geladas por aproximadamente 3 horas, podendo ver sumidouros e fendas. Uma vez finalizado o trekking pelo interior das covas, regressamos ao barco para percorrer a frente do glaciar. Almoçamos a bordo (box lunch não incluído) e à tarde regressamos à Baía Túnel.
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El Chaltén -El Calafate
Café da manhã no hôtel. Traslado ao Calafate. Dia livre para visitar a cidade ou fazer atividades opcionais.
Opcional - Tarde em um Campo da Patagônia, degustando de um típico Churrasco Criolo
Saímos de Calafate antes do pôr-do-sol para visitar uma estância de estilo patagônico, bem próximo do centro da cidade, aos pés do cerro de mesmo nome. Somos recebidos com uma merenda composta de chá mate e bolinhos fritos, seguindo os costumes. Depois, fazemos um trekking pelo caminho que nos conduz ao Arroio Calafate até chegar a um mirante com uma vista privilegiada, acompanhados de um bom vinho patagônico. De volta à estância, vemos um pastoreio de ovelhas com cachorros, visitamos o velho galpão utilizado para tosquia e as instalações com seus currais e o setor de banheiros. Se for época de tosquia, veremos uma demonstração dessa verdadeira arte. À noite, jantamos no restaurante da estância, degustando “empanadas” criolas, provamos ensopados e, como prato principal, churrasco de cordeiro com salada da horta. É provável que vejamos um show de folclore, desfrutando de danças típicas da Patagônia. |
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Visita ao Glaciar Perito Moreno
Café da manhã no hôtel. De manhã bem cedo começamos nosso caminho para conhecer o glaciar mais famoso do mundo. Ele foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1981, é considerado único por várias características, como seu avance contínuo e seu acesso fácil – tanto pelos mirantes como pela oportunidade que nos dá de caminhar sobre ele. Seu nome é em honra ao grande explorador da zona patagônica, Perito Francisco Moreno.
Beiramos a margem sul do lago Argentino cruzando os rios Centinela e Mitre, e vamos descobrindo postais da pré-cordilheira andina. Chegamos ao Brazo Rico ingressando ao Parque Nacional Los Glaciares. Enquanto beiramos o Lago Rico, começamos a ver blocos de gelo à deriva, até ter uma panorâmica completa desse glaciar colossal. Se as condições climáticas permitirem, podemos ter o privilégio de presenciar um fenômeno único na Patagônia argentina: os desprendimentos de sua parede sul: grandes blocos de gelo caindo ruidosamente sobre o Canal de mesmo nome, porque é lá que se acumulam, ou no Brazo Rico. Podemos conhecer o glaciar de diferentes pontos panorâmicos e mirantes, percorrendo suas passarelas enquanto nos dão informações sobre sua história, suas características e seu ambiente. À tarde, regressamos ao hotel.
Nota: Esse é um glaciar em avanço constante, diferente à grande maioria desses colossos que se encontram em severo retrocesso. Em seu avanço, encurrala as águas frias do Brazo Rico provenientes do Lago Argentino, o que faz com que se origine uma pressão sobre os gelos porque o nível das águas no lago aumenta; isso gera um túnel de quase 45 metros por onde as águas do Brazo Rico fluem. A erosão contínua que a água exerce faz com que a abóboda caia e gere um espetáculo fantástico. |
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Ingresso a Ushuaia pelo Estreito de Magalhães
Café da manhã no hôtel. Saímos de Calafate bem cedo, para ir à Ushuaia, chegando até o último promontório montanhoso da Cordilheira Andina, para deixar a Patagônia agreste e silenciosa depois de passar pelo Rio Grande, a capital fueguina. Para sair do continente, temos que cruzar em ferry à Ilha de Terra do Fogo, em Punta Delgada; em uma viagem fascinante atravessamos o movimentado Estreito de Magalhães durante uma meia-hora. Esse Estreito é a passagem natural mais importante entre os oceanos Pacífico e Atlântico. Antes de chegar à Ushuaia, passamos pelo povoado pesqueiro de Tolhuin. à nossa direita.
Já em território chileno, continuamos na ilha até chegar ao nosso destino: Ushuaia, na lha Grande de Terra do Fogo, separada do continente pelo estreito. Conhecemos o que o avião não nos deixa ver: a Patagônia ascética, em outra dimensão, estépica, de terra plaina, monótona e desoladora, onde as ovelhas pastam no meio do campo, que dão passagem à outra Patagônia Austral, com o mar e a montanha como cenário natural.
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Ushuaia
Café da manhã no hôtel. Tarde livre para descansar ou praticar atividades.
Opcional - Cavalgada no Monte Susana
Vamos ao Monte Susana para descobrir os antigos caminhos utilizados pelos presos de Ushuaia para ingressar nos bosques e talar árvores. Cavalgamos durante quase 2 horas e em um desnível de apenas 400 msnm. Ao longo da viagem percorremos lugares com vistas do mar e das montanhas, que se misturam: em um quadro só vemos Ushuaia, o Canal de Beagle e as Ilhas Bridges. Em plena cavalgada atravessamos a típica vegetação do bosque sub-antártico onde apreciamos carvalhos brancos, ginjeiras, calafates-da-patagônia, cascas-de-anta, entre outros, com uma fauna autóctone diversificada. Perto da beira do Canal de Beagle podemos ver as ilhas chilenas de Navarino e Hoste. Beirando suas costas vemos “Concheros”, relíquias da tradição indígena yámana em outros tempos. O último encontro com essa linda paisagem é às margens do Rio Pipo, onde temos vistas magníficas da Laguna Negra e do bosque que a rodeia. Ao atravessar, damos por terminada essa aventura a cavalo.
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Parque Nacional Terra do Fogo & Navegação pelo Canal de Beagle desde a Baía Lapataia
Café da manhã no hôtel. Começamos viajando até o Parque Nacional Terra do Fogo. Nos bordes do Monte Susana podemos ver as pegadas deixadas pelos presidiários da ex-prisão de Ushuaia. Vemos os trilhos do Ferrocarril Austral Fueguino até ingressar no Vale do Rio Pipo, e depois a Baía Ensenada. Realizamos um breve trekking ao redor do Lago Roca chegando até a Laguna Verde e à Laguna Negra.
Vemos os açudes que são construídos em forma contínua pelos castores, e que infelizmente estão destruindo interrompidamente o Parque Nacional. A Baía Lapataia é o último trecho de nossa visita ao parque. Embarcamos em Puerto Arias e navegamos pelas águas do Canal de Beagle divisando, no caminho, a Ilha Redonda e as baías Ensenada e Golondrina. Na rota naval chegamos à Ilha dos lobos, Ilha dos Pássaros, Farol Eclarieurs e Estância Túnel, desembarcando no porto da cidade.
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Ushuaia - Rio Gallegos - Estância Monte Dinero
Café da manhã na Estância. Dependendo da hora do voo que sai de Ushuaia, saímos da estância para percorrer os 200km que separam esse paraíso patagônico do Aeroporto Internacional de Rio Gallegos. Recepção e translado do Aeroporto até a Estância Monte Dinero. O nome da estância provêm do ouro que se encontrava no século XIX nas costas dessa zona; em 1870 os pioneiros se radicaram na procura de ouro e vinte anos depois, próximo à exploração aurífera, foi construída a primeira casa onde definitivamente ficaria estabelecido o centro da Estância Monte Dinero. Tarde livre para descansar ou praticar atividades.
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Estância Monte Dinero: Farol Cabo Vírgenes, Extremo Austral do Continente
Café da manhã na Estância. Durante o dia podemos observar as atividades do campo tais como tosquia, pastoreio de gado, fazer trekking até o Monte Shadai – também chamado Monte Dinero – que faz limite com o Chile e está a 250 msnm: desse lindo lugar podemos ver a boca do Estreito de Magalhães. Aconselhamos ir ao Farol de Cabo Vírgenes e à colônia de pinguins do cabo homônimo. Há uma vista invejável do extremo austral do continente americano que pode ser visto desde uma confeitaria estrategicamente localizada. A colônia de pinguins está a 15 km do centro, na reserva ecológica entre Cabo Vírgenes e Punta Dúngenes, na ribeira norte do Estreito de Magalhães. Tem a particularidade de ser a segunda maior da América Latina e pode ser vista de setembro a abril.
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Regressando ao norte pelo Caminho Azul
Café da manhã na Estância. De manhã vamos a Rio Gallegos para chegar à rodoviária; o ônibus nos levará até Puerto Deseado. Chegamos à noite para dormir, depois de um dia onde atravessamos quase 730km de trajeto patagônico. |
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Café da manhã no hôtel. Na Ilha Pingüino está a colônia mais setentrional de pinguim-saltador-da-rocha, compartilhando o habitat com pinguins magalhânicos, cormorões, leões-marinhos, gaivotas, etc. Na Isla Chata encontra-se a reserva de Cormorões Imperiais mais importante da Patagônia. Hoje nosso objetivo é visitar a única reserva de pinguim-saltador-da-rocha que existe em toda a costa atlântica. Para isso, navegamos por aproximadamente 1 hora em águas abertas, em uma travessia única a pura aventura, já que temos que esquivar ondas e os movimentos que o vento faz na superfície do mar.
Desembarcamos na Isla Pingüino e, depois de um pequeno almoço, vamos ao encontro do pinguim-saltador-da-rocha – podemos vê-los bem de perto. Caminhamos por uma área rochosa acompanhados de pinguins magalhânicos e do voo rasante de moleiros-grandes. Chegamos ao histórico farol abandonado, às ruínas de uma velha indústria e nos aproximamos a um lugar onde vemos leões-marinhos. Almoçamos na praia e, na volta, devemos ficar atentos para a possível avistagem de golfinhos-de-commerson, delfins austrais e os emblemáticos voos de petréis e albatrozes.
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Bosque Petrificado Jaramillo
Café da manhã no hôtel. Saímos de Puerto Deseado para ir ao Bosque Petrificado De Jaramillo, a 250 km aproximadamente – é a jazida de fósseis mais importante da Patagônia. Caminhamos entre troncos fósseis de araucárias de mais de 90 milhões de anos, inclusive alguns se mantêm de pé, apesar do transcurso do tempo. Dentro do parque vemos troncos de mais de 30 metros de largura e de 2 metros de diâmetro. Na época em que o bosque foi criado a Cordilheira dos Andes não existia e a influência dos ventos do Pacífico era fundamental, gerando uma vegetação frondosa. Essa reserva foi criada com o único objetivo de preservar essa jazida paleontológica e que sirva para o estudo científico do lugar. Ao formar-se a Cordilheira dos Andes e devido à grande atividade vulcânica, a vegetação e fauna de toda essa zona patagônica foi desaparecendo, o que gerou a paisagem agreste atual.
Esse bosque é produto do processo de mudanças originado no período devoniano, há 300 milhões de anos. Continuamos nossa viagem em direção ao sul, para chegar ao Puerto San Julián, distante a 230 km. O Puerto San Julian foi visitado por Charles Darwin, Hernando de Magallanes e pelo corsário inglês Francis Drake. Nessas terras chegaram as primeiras colônias espanholas da Patagônia: Florida Blanca. San Julian foi declarado lugar histórico em 1943, está em um baía a 350km ao norte de Rio Gallegos, entre o Cabo Curioso e Punta Desengaño. É caracterizado por suas avenidas largas, casas baixas e em particular pelo Museu Regional de Arte Moderna Rosa Novak, onde são exibidas peças arqueológicas e paleontológicas e também o Museu Reginal de Arte Marinha. |
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Puerto Madryn
Café da manhã no hôtel. Translado à rodoviária para tomar o ônibus que nos levará a Porto Madryn onde chegamos no final da noite; seremos recepcionados na rodoviária de Porto Madryn ou de Trelew para irmos ao Hotel. |
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Visitando Puerto Madryn, El Doradillo & Avistagem de Baleia na Costas
Café da manhã no hôtel. Hoje visitaremos os lugares mais representativos da cidade de Puerto Madryn. Essa cidade maravilhosa atrai visitantes do mundo inteiro, que chegam à popular cidade do mergulho com vontade de conhecer a sua atração principal: a avistagem da Baleia-franca-austral. Depois de conhecer o centro da cidade vamos à Área Municipal Protegida El Doradillo, que está bem próximo, a 12km ao norte de Puerto Madryn. É um dos poucos lugares localizado à beira do Golfo Nuevo, onde não temos que sair da costa para poder realizar a avistagem de baleias, a qual é uma experiência única!
Todo ano, de Junho até meados de Outubro, podemos nos encontrar com esses mamíferos fascinantes que chegam ao golfo para se reproduzir e criar seus filhotes. É uma experiência magnífica, pois podemos observar a Baleia-franca-austral em seu ambiente natural. Além disso, visitaremos a Praia Las Canteras e o mirante de Punta Flecha, um lugar escolhido estrategicamente pela Fundação Patagônia Natural para poder observar e proteger a fauna marinha.
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Península Valdés
Café da manhã no Alojamento contratado. Percorreremos a Área Natural Protegida Península Valdés que está a 50km da cidade de Puerto Madryn, foi declarada como Patrimônio Natural da Humanidade, pela Unesco, e considerada um dos ecossistemas mais interessantes da Terra; lá, podemos encontrar a Baleia-franca-austral, orcas, leões-marinhos, elefantes-marinhos, pinguins magalhânicos e nandu-de-Darwin, entre outros.
O primeiro lugar que visitaremos é o Centro de Interpretação, observando a Isla de los Pájaros, uma reserva criada em 1967 a fim de proteger os grandes grupos de aves que habitam o lugar. Depois iremos a Puerto Pirámides, que está a uns 28km da cidade. Entre julho e novembro é possível ir em barcos infláveis para avistar a Baleia-franca-austral. Em junho e dezembro, a probabilidade se reduz notoriamente. Se for época de avistagem, embarcamos durante um pouco mais de 1 hora, utilizando coletes salva-vidas.
De Puerto Pirámides chegamos ao lugar de Elefantes-Marinhos de Caleta Valdés, passando por Gran Salitral, com uma superfície de 35 km2. Por último, vamos a Punta Norte, no extremo nordeste da península, se for época estival, e a Punta Delgada se for no restante do ano, a fim de ver as colônias de leões-marinhos e elefantes-marinhos, e em Punta Norte, se tivermos sorte, podemos chegar a ver orcas.
Nota sobre Avistagem de Baleias:
É realizada entre os meses de Julho a Novembro. É recomendável levar roupa impermeável e blusão. Antes do início da viagem, oferecemos um assessoramento elementar prévio. Essa aventura está disponível para adultos e crianças.
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Regresso a Buenos Aires
Café da manhã no Hotel. Traslado ao Aeroporto de Trelew.
Opção em ônibus
Esse programa pode ser feito em ônibus, saindo de Buenos Aires a Porto Madryn, tem uma distância aproximada de 1.450 Km e umas 18h de viagem. Nesse caso, deve-se sair no dia anterior ao redor das 12 ou 13h para chegar às 8h da manhã do dia seguinte.
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