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PATAGÔNIA NORTE AO SUL EM 21 DIAS
Puerto Madryn + Porto San Julian + Ushuaia + Calafate + Chalten + Los Antiguos....
Travessía patagônica que chega praticamente a todos os destinos importantes da região, começando pela Patagônia Atlântica, desde Puerto Madryn, passamos por Porto San Julián e pelo Parque Nacional Monte León. Descobrimos a Patagônia Austral, visitamos Ushuaia, Calafate e Chaltén. Na direção norte, avançamos pela Ruta 40 até a Patagônia Norte e vamos a Esquel e San Carlos de Bariloche.
 
21 dias - 20 noites
Alojamento Quartos Duplo / Café da manhã
Transfer IN OUT APT/HTL/APT
Excursões regulares - Guia espanhola e inglesa
Coordenação Permanente
Entrada às Reservas Naturáis e Parques nacionais
 
Puerto Madryn
Recepção e traslado do Aeroporto de Trelew ao Hotel.

Opção em ônibus
Esse programa pode ser feito em ônibus, voltando a Buenos Aires de Porto Madryn, tem uma distância aproximada de 1.450 Km e umas 18h de viagem. Nesse caso, deve-se sair aproximadamente às 12h para chegar às 8h da manhã do dia seguinte.
Península Valdés
Café da manhã no Alojamento contratado. Percorreremos a Área Natural Protegida Península Valdés que está a 50km da cidade de Puerto Madryn, foi declarada como Patrimônio Natural da Humanidade, pela Unesco, e considerada um dos ecossistemas mais interessantes da Terra; lá, podemos encontrar a Baleia-franca-austral, orcas, leões-marinhos, elefantes-marinhos, pinguins magalhânicos e nandu-de-Darwin, entre outros.

O primeiro lugar que visitaremos é o Centro de Interpretação, observando a Isla de los Pájaros, uma reserva criada em 1967 a fim de proteger os grandes grupos de aves que habitam o lugar. Depois iremos a Puerto Pirámides, que está a uns 28km da cidade. Entre julho e novembro é possível ir em barcos infláveis para avistar a Baleia-franca-austral. Em junho e dezembro, a probabilidade se reduz notoriamente. Se for época de avistagem, embarcamos durante um pouco mais de 1 hora, utilizando coletes salva-vidas.

De Puerto Pirámides chegamos ao lugar de Elefantes-Marinhos de Caleta Valdés, passando por Gran Salitral, com uma superfície de 35 km2. Por último, vamos a Punta Norte, no extremo nordeste da península, se for época estival, e a Punta Delgada se for no restante do ano, a fim de ver as colônias de leões-marinhos e elefantes-marinhos, e em Punta Norte, se tivermos sorte, podemos chegar a ver orcas.

Nota sobre Avistagem de Baleias:
É realizada entre os meses de Julho a Novembro. É recomendável levar roupa impermeável e blusão. Antes do início da viagem, oferecemos um assessoramento elementar prévio. Essa aventura está disponível para adultos e crianças.

Colônia de Pinguins de Punta Tombo com Vale Inferior
Café da manhã no hôtel. Hoje visitamos a colônia de pinguins Magalhânicos mais importante da América do Sul: Punta Tombo, que está localizada ao sul do Vale Inferior do Rio Chubut. No princípio, há 50 anos, era uma reserva natural; 20 anos depois, foi considerada Área Protegida. Punta Tombo tem uma extensão de quase 3.000 metros por 500 metros de largura ao longo do Oceano Atlântico. Esse acidente natural é produto da aparição de estruturas rochosas cristalinas da era anterior à Jurássica, e tem suportado os embates da erosão produzida pelo mar. A existência de seixos e areia compacta são fatores chaves para a criação de ninhos. A temporada vai de princípios de setembro até abril, quando os pinguins emigram para formar seus ninhos e proteger seus filhotes.

Dependendo da época do ano podemos ver todo seu ciclo produtivo. Primeiro, aparecem os machos para criar o ninho ou rearmar o do ano anterior; para isso, aproveitam as covas naturais. Um mês depois, as fêmeas põem os ovos para chocá-los em um prazo de 40 a 45 dias. Nesse período, o macho vai em busca de alimentos. A princípios de abril, os filhotes já são bons nadadores e se alimentam por si mesmos. Antigamente essa área era um cemitério indígena, onde muitos Tehuelches habitavam e caçavam. Ao caminhar pela reserva, recomendamos que respeitem as trilhas sinalizadas e não se desviem do caminho.

Regressando da aventura entre pinguins, vamos ao vale inferior para conhecer o centro industrial e comercial da região: Trelew. Depois, vamos a Gaiman, a colônia galesa mais importante da Argentina, onde ainda são conservados os costumes e tradições, como o famoso chá galês e a torta negra galesa, bem como a torta de nozes, com frutas e o pão caseiro. Retornando pelo lado das chácaras, vemos as diferentes Capelas Galesas e os empreendimentos agro-turísticos.

Viajando para Puerto San Julián
Café da manhã no hôtel. Traslado do Terminal de Trelew para nos levar de ônibus até Puerto San Julian.
Baía de San Julián até a Ilha Cormorán
Café da manhã no hôtel. Navegamos na Baía de San Julián até chegar à Ilha Justicia. Nessa ilha foram mortos 2 capitães em 1520, por ordem de Magalhães e em 1578 Francis Drake deu a ordem de decapitar a outro. Apesar dessa história trágica, é um lugar com uma diversidade de avifauna onde vemos gaivinas, cormorões, moleiros-grande e ostraceiros. A segunda parada da navegação é na Ilha Cormorán, onde convivem mais de 120.000 pinguins magalhânicos. No caminho à ilha podemos ver golfinhos-de-commerson, para alguns, os delfins do fim-do-mundo, que dão um show especial com seus saltos e deslocamentos rápidos, mas não vemos somente delfins: o cenário natural é completado por enormes petréis e gaivotas, em uma paisagem marítima que define que estamos bem perto do fim do mundo.

Opções em Porto San Julián:

Podemos, por conta própria, visitar o primeiro assentamento espanhol “Floridablanca” ou o frigorífico britânico “Swift”, que atualmente está abandonado. Outra possibilidade é visitar a Nao Victoria, que é uma réplica da nave “insígnia” do navegante de Hernando de Magallanes que fez escala na cidade de Porto San Julián, em sua primeira volta ao mundo.
Estância Monte León
Café da manhã no hôtel. Translado à Estância Monte León nas primeiras horas da manhã (distância aproximada 150 km), onde seremos recebidos antes do meio-dia. A Estância Monte León está dentro do Parque Nacional Monte León, em Santa Cruz (República Argentina). No caminho à Estância, passamos pelo povoado Comandante Luis Piedrabuena. A Hosteria tem um estilo bem inglês e foi construída a princípios do século XX. Possui um "drawing room" com vista ao norte, uma biblioteca com livros ilustrativos da Patagônia e um austero, mas interessante, museu. Os quartos são grandes e possuem uma calefação excelente.

Monte León é sinônimo de natureza pura em plena Patagônia Austral. De suas praias no oceano Atlântico, seus altos penhascos e curiosas grutas, com seus patamares agrestes e colinas, extranhas formações talhadas pela erosão, são o albergue natural de uma assombrosa biodiversidade: desde colônias de pinguins, cetáceos e leões-marinhos, com uma fauna de mamíferos que inclui pumas e guanacos, aves como o cormorão, gaivina da América do Sul, gaivota austral, e o gaivotão até ostreiros negros e cormorões cinzas, imperiais e invertebrados.

À tarde, já na estância, podemos fazer algumas das seguintes atividades: ir até a ribeira do Rio Santa Cruz para pescar com mosca. Esse rio é alimentado por degelos da cordilheira e dos leitos de água que desembocam nos Lagos Viedma e Argentino. Encontramos abundantes trutas criolas, a chamada perca, trutas arco-íris e também salmões e robalos. Na Ilha Monte León pode-se pescar piarda, mariscos, mexilhão e santola. Outra opção é navegar por suas águas saindo da Ilha Pavón; dependendo do vento patagônico e da maré iremos ao norte ou ao sul do rio. Outra aventura possível é ficar mais tempo na estância para viver uma travessia única pelo Rio Santa Cruz, seguindo o rastro de Charles Darwin.
Río Gallegos - Ushuaia
Café da manhã na Estância. Dependendo da hora do voo que sai de Rio Gallegos, saímos da estância para percorrer os 200km que separam esse paraiso patagônico do Aeroporto Internacional de Rio Gallegos. Recepção e translado do Aeroporto de Ushuaia ao Hotel. Tarde livre para percorrer a cidade.

City Tour, Parque Nacional Tierra del Fuego & Trêm do Fim do Mundo
Café da manhã no hôtel. Faremos um passeio muito especial pela manha já que começaremos conhecendo a magia da cidade de Ushuaia, famosa por ser reconhecida como “O Fim do Mundo” (também a cidade mais austral de todas). Também visitaremos o Museu do Fim do Mundo o qual começo ao principio como vivenda familiar em 1979 e logo, como patrimônio da província de Ushuaia. Este museu exibe suas coleções em 5 salas distintas onde se destacam as vitrinas em honra a aquelas pessoas relacionadas com a historia local como os exploradores, nativos, etc.

Conheceremos uma das principais e mais famosas atrações que tem Ushuaia: o antigo Presídio de Reincidentes o qual é reconhecido por seu emocionante e forte historia que cada ano capta a atenção de seus visitantes tanto pela sua arquitetura carcerária como por seu particular historia. A mesma funcionou desde 1900 até 1947 e arredor da mesma cresceu a cidade aonde hoje chegam importantes cruzeiros e transatlânticos. Poderemos desfrutar de seus pavilhões, corredores que até no dia de hoje se pode sentir o dor que se viveu. Este presídio de origem militar funcionou em seus origens na Ilha dos Estados, em San Juan de Salvamento, depois o trasladaram a Puerto Cook até que ficou estabelecido definitivamente em Ushuaia, por rações humanitárias.

Acomodou a penados como o caso do anarquista Simón Radowitsky ou Cayetano Santos Godino, mais conhecido como o “petiso orejudo” ou o escritor Ricardo Rojas. Visitaremos o Porto, o Passeio do Centenario, um excelente ponto panorâmico onde se localiza o monumento pelo Centenario de Ushuaia e posteriormente, a Casa Beban, um importante patrimônio arquitetônico, adquirida em Suécia e feita em Ushuaia entre 1911 e 1913 por Don Tomás Beban. É uma das construções mais ambiciosas da cidade. Durante a tarde iremos ao Parque Nacional Tierra Del Fuego que se distingue por ser o único parque com costa de mar, já que se localiza a orilhas do Canal de Beagle.

Saindo de Ushuaia, passaremos pelo Vale do Rio Pipo para chegar à entrada. Abordaremos o Trem do Fim do Mundo que se localiza nas aforas do Parque Nacional Tierra Del Fuego, onde começaremos na Estação Central até chegar a Estação do Parque Nacional Tierra Del Fuego. Teremos a excelente oportunidade de conhecer o Ferrocarril Austral Fueguino, que transita uma das rotas que no passado foram utilizadas por mais de mil presidiários que cumpriam diariamente a rotina nestes bosques legendários. A viagem começa sobre o terraplenagem que fizeram os presos uns 100 anos atrás, passando pelo Cañadón Del Toro, para depois ascender uma pendente rodeando o Rio Pipo até chegar a Estação “La Cascada de la Macarena” onde teremos a possibilidade de descer até a restauração de um acampamento indígena ou senão podemos optar por apreciar a estupenda vista panorâmica do nascimento da cascada. O apito do trem anuncia-nos que temos que continuar o nosso percorrido para ingressar a zona do bosque sub – antártico.

Fazendo um zigzag no caminho pelo Rio Pipo e beirando a zona de turbais onde cresce um musgo conhecido como Sphagnum, o Trem finaliza o seu trajeto quando chega a Estação do Parque onde nos esperam para seguir a viagem pelo Parque. Uma vez ingressados ao Parque Nacional Tierra Del Fuego que foi fundado em 1960 e que se localiza na região dos bosques patagônicos e a Cordilheira Andina. O nosso rumo continua a Bahia Ensenada onde poderemos observar às Ilhas Redonda e Estorbo e ao frente os Montes Nevados da Cadeia Sampaio em Chile. Depois, chegamos ao Lago Roca. Seguimos o curso marcado acompanhados de um bosque de lengas, ñires e guindos até chegar à ponte do Rio Lapataia, uma área ideal para fazer trekking já que há diversas veredas como o Passeio da Ilha, Lago Roca, Laguna Negra, etc.

O caminho se transforma sinuoso, passando pelas Lagunas Verde e Negra, esta ultima uma imponente turba em permanente formação, até desembocar no dique dos Castores que nos guiara até Bahia Lapataia, sobre suas costas avistaremos patos, cauquenes, chorlos e diferentes aves aquáticas. No Parque poderemos ver vestígios indígenas deixados pelos Yamanas, como “concheros”, acumulações de valva de moluscos e outros animais que formavam parte da sua dieta de todos os dias.

Navegação Clássica pelo Canal de Beagle
Café da manhã no hôtel. Realizamos um percurso pelo Canal de Beagle. Nosso ponto de partida começa na Baía de Ushuaia, localizada à beira da cidade de mesmo nome, ingressando pelo Paso Chico. Antigamente, o pastor Thomas Bridges dizia que “Baía de Ushuaia” significava “Baía da água mansa” ou “Baía que penetra em direção ao poente”. O Canal de Beagle, localizado ao sul da Ilha Grande de Terra do Fogo, é de origem glaciário, com uma área de 180 Km e comunica os Oceanos Pacífico e Atlântico. Foi batizado pelo Capitão Fitz Roy em homenagem à embarcação “Beagle” que, com o Tenente Murray, descobriram o canal, em 1830. Foi construído como fronteira política entre a Argentina e o Chile.

Tanto na Baía de Ushuaia como no Canal de Beagle podemos observar uma diversidade de avifauna marinha, e avistar moleiros-grandes, albatrozes-de-sombrancelha, gansos andinos e gaivotões, entre outros. A travessia chega até o Faro Les Eclaireurs. Possui uma torre tronco-cónica com uma altura de 11 metros e 22.5 metros sobre o nível do mar. O nome desse farol foi colocado devido ao lugar onde ele se encontra: Les Eclaireurs, e seu nome foi dado pelo Capitão Luis Fernando Martial. O passeio continua em direção ao porto Isla de los Lobos Marinos, onde observamos leões-marinhos de um e de dois pêlos e também o assentamento de cormorões - podemos ver de perto o hábitat desses mamíferos. Seguindo nosso caminho, navegamos até a Isla de los Pájaros, lugar onde há um assentamento de cormorões magalhânicos e imperiais, e conheceremos mais de 20 espécies de aves marinhas. Ambas as ilhas integram o Arquipélago Bridges.

Descenso Opcional nas Ilhas Bridges
Nessa navegação podemos, adicionalmente, solicitar o descenso, realizando um trekking de meia hora com a ajuda de guias pelos caminhos de uma das ilhas Bridges, para chegar até os Concheros Yámanas.

Saída pelo Estreito de Magalhães até Calafate
Café da manhã no hôtel. Saímos de Ushuaia bem cedo para viajar à Calafate, deixando o último promontório montanhoso da Cordilheira Andina para ingressar na Patagônia agreste e silenciosa que aparece quando chegamos a Rio Grande, a capital fueguina. Antes, passamos pelo povoado pesqueiro de Tolhuin. Para deixar a Ilha de Terra do Fogo cruzamos, em ferry, o continente em Bahía Azul, Chile, para chegar à Punta Delgada. Em uma viagem fascinante atravessamos o movimentado Estreito de Magalhães durante meia-hora aproximadamente.

Já em território argentino continuamos cruzando a Patagônia, até chegar ao nosso destino: Calafate. Conhecemos o que o avião não nos deixa ver, a Patagônia ascética, em outra dimensão, estépica, onde o mar e a montanha dão caminho à terra plaina, monótona e desoladora, a outra Patagônia Austral, onde as ovelhas pastam no meio do campo. A viagem é esgotadora mas vale a pena, para descobrir a realidade dessas terras remotas e solitárias.

Visita al Glaciar Perito Moreno
Café da manhã no hôtel. De manhã bem cedo começamos nosso caminho para conhecer o glaciar mais famoso do mundo. Ele foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1981, é considerado único por várias características, como seu avance contínuo e seu acesso fácil – tanto pelos mirantes como pela oportunidade que nos dá de caminhar sobre ele. Seu nome é em honra ao grande explorador da zona patagônica, Perito Francisco Moreno.

Beiramos a margem sul do lago Argentino cruzando os rios Centinela e Mitre, e vamos descobrindo postais da pré-cordilheira andina. Chegamos ao Brazo Rico ingressando ao Parque Nacional Los Glaciares. Enquanto beiramos o Lago Rico, começamos a ver blocos de gelo à deriva, até ter uma panorâmica completa desse glaciar colossal. Se as condições climáticas permitirem, podemos ter o privilégio de presenciar um fenômeno único na Patagônia argentina: os desprendimentos de sua parede sul: grandes blocos de gelo caindo ruidosamente sobre o Canal de mesmo nome, porque é lá que se acumulam, ou no Brazo Rico. Podemos conhecer o glaciar de diferentes pontos panorâmicos e mirantes, percorrendo suas passarelas enquanto nos dão informações sobre sua história, suas características e seu ambiente. À tarde, regressamos ao hotel.

Nota: Esse é um glaciar em avanço constante, diferente à grande maioria desses colossos que se encontram em severo retrocesso. Em seu avanço, encurrala as águas frias do Brazo Rico provenientes do Lago Argentino, o que faz com que se origine uma pressão sobre os gelos porque o nível das águas no lago aumenta; isso gera um túnel de quase 45 metros por onde as águas do Brazo Rico fluem. A erosão contínua que a água exerce faz com que a abóboda caia e gere um espetáculo fantástico.

El Calafate - El Chaltén
Café da manhã no hôtel. Recepção e traslado ao hotel El Calafate em El Chalten.

Opcional Lago do Deserto

Saímos em direção ao extremo sul do Lago do Deserto, mal chamado Laguna do Deserto. Viajamos 38 km por um caminho de terra que serpenteia o Valle del Rio de las Vueltas – a paisagem que vemos é bem andino-patagônica: montanhas, bosques, cascatas e espelhos d’água conjugam essa harmonia natural. Podemos optar por realizar uma caminhada até o Glaciar Huemul ou navegar pelas gélidas águas do lago. O trekking é curto, de apenas 1 hora, porém, com uma subida pronunciada, e de um esforço considerável. Devemos pagar uma entrada, pois essa é uma área particular.

Também podemos ir às lagunas Larga e do Diabo, mas o percurso é de 4 horas, Aqueles que não desejem realizar essa caminhada podem desfrutar de uma navegação pelo Lago do Deserto. O navio se dirige do sul ao norte do lago. Uma vez em terra, caminhamos até o Mirante Centinela: são somente 12 minutos, mas muito prazeirosos, rodeados de vistas panorâmicas fantásticas. O lago do deserto está em um vale de quase 15km que se encontra entre a Cordilheira Andina, perto do Lago O'Higgins e do Cerro Fitz Roy. Os cordões de montanha que encerram o vale são o maciço ocidental, onde encontramos trechos como o cordão Marconi entre outros, e o maciço oriental. O Rio de las Vueltas tem sua nascente nesse lago, que em seu percurso se alimenta do Lago Azul e desemboca no Lago Viedma.

El Chaltén - Los Antiguos
Café da manhã no hôtel. Saímos em ônibus regular de Chaltén até Los Antiguos. Recepção na rodoviária e translado ao Hotel.
Paso Roballos, Monte Zeballos, Los Antiguos e Lago Buenos Aires
Café da manhã na Hostería. Saímos de manhã pelo caminho de montanha, pegando o caminho 41 em direção a Paso Roballos e Monte Zeballos, percorrendo ao redor de 180km de caminho montanhoso, entre a Cordilheira dos Andes e o patamar do Lago Buenos Aires. Podemos ver o segundo maior lago da América do Sul (depois do Lago Titicaca): o Lago Buenos Aires, que deságua no Oceano Pacífico através do Rio Baker. O lago é ideal para a pesca de trutas e salmões. Depois do meio-dia vamos à Los Antiguos. Há um lindo vale, com um micro-clima especial, à beira do Rio Los Antiguos e perto do Lago Buenos Aires. Todos os anos, durante o mês de janeiro, é celebrada a Festa Nacional da Cereja. Vemos empreendimentos agropecuários dedicados ao cultivo e produção de frutas finas como por exemplo, frambuesas, morangos, ginjeiras, cerejas, etc. Chegamos aos mirantes do Rio Los Antiguos e Jeinimeni – limíte internacional argentino-chileno – e o Lago Buenos Aires.

Ruta 40: Cueva de Las Manos - Alero de Charcamata
Café da manhã no hôtel. Iniciamos nosso ponto de saída em Los Antiguos, viajando em direção ao sul de Chubut transitando 60 km pela Ruta 40 ao acesso à Estância Cueva de las Manos (Ex Los Toldos) e a partir daí a outros 30 km, onde devemos atravessar o Rio Pinturas até descer aos pés do Cañadón de Hiucacha. O Alero de Charcamata está formado por uma estrutura rochosa que supera 65 metros de longitude por quase 18 metros de altura.

Nos interiores há pinturas de mãos, relacionadas com a caça de animais e simbologia com desenhos geométricos. Abundam diferentes cores nos traçados, desde o preto até o vermelho pálido. O descobrimento de Charcamata foi a princípios da década de 70. Começamos um trekking de 1 hora para entrar ao Alero Charcamata, por um caminho pedregoso e com vegetação. Esse lugar sobressai pelas pinturas rupestres que exibe com uma idade aproximada de 9.000 anos, e um estado de conservação excelente. Tomamos o tempo necessário para descansar da caminhada e depois, almoçamos. À tarde, voltamos ao Hotel.

Los Antiguos - Esquel
Café da manhã no Hotel. Saímos em ônibus regular de Los Antiguos até Esquel, na Província de Chubut. Recepção na rodoviária e translado ao Hotel.
Parque Nacional Los Alerces Full
Café da manhã no hôtel. Hoje conheceremos um dos parques nacionais mais atraentes da Patagônia: Los Alerces. Trata-se de duzentos e sessenta e três mil hectares protegidos a partir de 1937, com o objetivo primordial de proteger a espécie arbórea que lhe dá seu nome, o lahuan ou larício. Em nosso passeio pelo parque visitamos lugares lindos, que conformam a bacía hídrica com mais de 12 lagos e rios, como o Lago Futalaufquen, Rio Arrayanes, Lago Verde, Lago Menéndez, rodeados pelo cordão montanhoso andino, com glaciares e a selva valdiviana. O ponto principal está na área norte do parque, o bosque milenário de larícios, um dos poucos no mundo conservados em estado virgem, conhecido como Alerzal Milenário. Essa região é considerada por especialistas como a zona mais linda de toda a Patagônia e, na verdade, eles estão certos: dificilmente outro destino reúne tanto encanto como esse.

Opcional em Temporada Alta:
Navegação pelo Lago Menéndez & Bosque de Alerces Milenarios ou .
Navegação até o Lago Kruger sem desembarque

Em temporada estival podemos, opcionalmente, navegar pelo Lago Menéndez e ir ao bosque de larícios milenários, descobrindo exemplares de mais de 2.500 anos, os quais têm um porte importante. Temos que chegar até o Rio Arrayanes, atravessamos o rio pela passarela, beiramos o Rio Menéndez até a entrada ao Porto Chucao. Nesse porto, embarcamos ao meio-dia para começar a navegação nas águas do Lago Menéndez, o maior de todo o parque, até chegar a Porto Sagrario; na viagem, podemos ver o Glaciar Torrecillas.

Já em terra, e acompanhados pelo guia, entramos no bosque milenário de larícios fazendo uma caminhada, desfrutamos do Lago Cisne e das corredeiras do rio homônimo. Podemos ver o larício mais antigo do parque, com 2.600 anos, um diâmetro que supera 2 metros e uma altura maior a 57 metros. Outra possibilidade é navegar pelo Lago Verde, Rio Arrayanes e pelo setor norte do Lago Futalaufquen até chegar ao Lago Kruger, uma vez que passamos o Estreito dos Monstros. Nesse segundo caso, não desembarcamos.

Esquel - San Carlos de Bariloche
Café da manhã no hôtel. Salimos en bus regular desde la localidad de Esquel hasta San Carlos de Bariloche, en la Provincia de Chubut. Recepción en la terminal de ómnibus y traslado al Hotel.

Península Llao Llao & Cerro Campanário pela Avenida Bustillo
Café da manhã no hôtel. Vamos ao Hotel Llao Llao, descobrindo um dos itinerários mais clássicos de San Carlos de Bariloche. Saímos do centro da cidade em direção oeste, pela Avenida Bustillo que serpenteia o Lago Nahuel Huapi em grande parte de seu traçado. Próximo ao kilômetro 8 está Playa Bonita, o lugar indicado para ver a Ilha Huemul. Seguindo pela avenida, na altura do kilômetro 17, paramos para conhecer o Cerro Campanário e subimos pelos teleféricos que nos levam ao cume, a 1.050 metros (opcional). Podemos provar uma excelente doceria e tomar chocolate quente (opcional).

No cume, podemos apreciar a melhor vista de toda a zona de Bariloche. Continuamos nossa viagem para chegar a Llao Llao, no km 25, deixando para atrás a Península de San Pedro. Na área do hotel, encontra-se a igreja San Eduardo e o porto Pañuelo, de onde partem todas as navegações que vão ao Bosque de Arrayanes e ao Porto Blest. Desse lugar podemos ver os Cerros López e Capilla. Avançamos até a área de golfe e a ponte que une o Lago Moreno com o Lago Nahuel Huapi, na Bahía López. Outro lugar privilegiado nos permite divisar a Península Llao Llao e os lagos que a acompanham. Atravessamos a ponte sobre o Lago Moreno e beiramos a Laguna El Trébol. Retornamos à cidade de Bariloche, onde finalizamos a viagem.

Nota: Esse programa pode ser feito de manhã cedo ou depois do meio-dia. A subida ao Cerro Campanario não está incluída, e deve ser contratada no destino.

San Carlos de Bariloche
Café da manhã no hôtel. Tarde livre para descansar ou praticar atividades.

Opcional - Selva Valdiviana: Puerto Blest, Lago Frías e Cascata Los Cántaros

Embarcamos em Puerto Pañuelo para ir a Brazo Blest, onde está o porto homônimo. Passamos próximo à ilhota Centinela, lugar célebre porque ali descansam os restos de Perito Moreno. Geralmente, toda essa região tem um parecido aos canais da Ilha de Terra do Fogo e aos fiordes da Noruega, a vegetação desborda, produto do clima úmido e das chuvas frequentes. Adicionalmente, pode-se chegar de ônibus até a Laguna Frías. Depois, vamos até Puerto Alegre, ao norte, ao Lago Frías, para embarcar até Puerto Frías. O Lago Frías tem uma forma ovalada, nas costas leste e oeste sobressai uma importante zona rochosa cheia de vegetação, gerando a imagem clássica dos fiordes.

Toda essa região está caracterizada por chuvas contínuas devido aos ventos úmidos provenientes do Pacífico. A média de precipitações ronda 3.700 mm por ano, ocorre geralmente no inverno, sendo que o único mês seco é Janeiro. Esse lago é alimentado de água de degelo que desce do Cerro Tronador e das chuvas intensas da Selva Valdiviana. De volta a Puerto Blest (está no Lago Nahuel Huapi onde desemboca o Rio Frías), passamos pela Cascata Los Cántaros. Devemos subir por uma trilha de madeira nativa, que rodeia a cascata, chegando a 600 metros de altura, onde podemos ver lindas quedas d’água. Regressamos ao barco para voltar a nosso destino.

Cerro Tronador
Café da manhã no hôtel. Começamos o dia viajando pela Pampa de Huenuleu chegando ao Lago Gutiérrez. Mais para frente, beiramos a margem leste do Lago Mascardi até que a trilha se abre em duas, dobramos à direita pelo caminho de terra, que nos leva ao Cerro Tronador. Cruzamos a ponte sobre o rio Manso e beiramos novamente o Lago Mascardi, porém dessa vez no lado oeste, e chegamos à Pampa Linda.

Atravessamos o Valle de los Vuriloches e depois de percorrer um bosque, encontramos o Ventisquero Negro; o trajeto finaliza aos pés do cerro. Fazendo trekking, podemos alcançar a língua do glaciar. O Ventisquero Negro é um glaciar preto que se origina no cume do Cerro Tronador. Aí é onde o Rio Manso tem suas nascentes, que descem do cerro e desembocam no Oceano Pacífico. O Cerro Tronador apresenta 3 alturas importantes: o pico Internacional é o mais alto, com 3.555 metros, o Chileno com 3.430 metros e o Argentino com 3.400 metros, todos foram alcançados por escaladores em época estival.

Bariloche
Café da manhã no hôtel. Traslado ao Aeroporto de Bariloche.
Patagônia Norte ao Sul em 30 dias
Patagônia Norte ao Sul em 21 dias
Patagônia Atlântica em 14 dias (Azul Rote)
Patagônia Austral em 14 dias
Patagonia Austral en 07 días
Patagônia Norte em 14 dias
Patagônia Norte em 9 dias
San Martín de los Andes
San Carlos de Bariloche
Esquel & El Parque Nacional Los Alerces
Ruta 40, Patagônia
Calafate Exclusivo
Calafate Full
Chaltén
Ushuaia Full
Inverno no Ushuaia
Inverno no Porto Madryn
Verao no Porto Madryn